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terça-feira, 4 de setembro de 2012

O Prometido é Devido




O Prometido é Devido - Letra

 
Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui língua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha
Fomos guerras e alianças
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas pele e tranças
Popeline seda e ganga
Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido
Dessa vez tu não cumpriste
E faltaste ao prometido
Eu fiquei sentido e triste
Olha que isso não se faz
Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido
O prometido é devido
Rompi eu as minhas calças
Esfolei mãos e joelhos
E tu reduziste o acordo
A um montão de cacos velhos
Eu que vinha de tão longe
(do outro lado da rua)
Fazia o que tu quisesses
Só para te poder ver nua
Quero já os almanaques
Do fantasma e do patinhas
Os falcões e os mandrakes
Tão cedo não terás novas minhas

Rui Veloso


Miedo




Miedo - Letra

Empiezo a notar que te tengo,
Empiezo asustarme de nuevo,
Sin embargo lo guardo en silencio
Voy a dejar que pase el tiempo.
Empiezo a creer que te quiero
Ya empiezo a soñar con tu beso
Sin embargo no voy a decirlo
Hasta que tú sientas lo mismo.
Porque tengo miedo, miedo de quererte
Y que no quiera volver a verme
Por eso dime que me quieres,
O dime que ya no lo sientes
Que ya no corre por tus venas ese calor que siento al verte
No lo intentes sé que me mientes..
Empiezo a notar que te pierdo ,
Empiezo ya a echarte de menos
Acaso te miento no es cierto
Que se va apagando lo nuestro ,
Y ahora dirá que eso mentira ,
Que soy el único en tu vida
Te sigo notando perdida?
Ya no me digas que me quieres
Ya no me importa lo que sientes
Que aquel amor que me abrazaba
Ya no quema solo escuece,
No lo intentes
Sé que me mientes?
Ya no me digas que me quieres ,
Ya no me importa lo que sientes?
Ya no tengo miedo...

Pablo Alborán





Foram Cardos, foram Prosas





Foram Cardos, foram Prosas - Letra


Há luz sem lume aceso
Mas sem amar o calor
À flor de um fogo preso
À luz do meu claro amor
Há madressilvas aos pés
E águas lavam o rosto
Dedos que tens em rés pés
Oh, meu amante desposto
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será do alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim
Não foram poemas nem rosas
Que colheste do meu colo
Foram cardos foram prosas
Arrancadas do meu solo
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será do alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim
Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será do alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim

Amor Electro